Tag: Pano sujo

  • pano sujo

    pano sujo

    Conheça a revista Essa revista, pensada a partir de um poema de João Cabral de Melo Neto, “O cão sem plumas” (1950), traz as mais diversas artes, com o intuito de mostrar que um rio não passa por uma cidade, mas a cidade passa pelo rio. As letras, palavras, linguagens estão sempre nos atravessando, como…

  • hipertextos pano sujo

    Conheça as produções hipertextuais presentes no site da Revista Pano sujo.

  • lance os gritos

    lance os gritos

    Malena Bueno “Poema “lance os gritos”, fazendo referência ao grande João Cabral de Melo Neto, feito a partir de seu poema “Tecendo a manhã”.”

  • fantasia de trabalho

    fantasia de trabalho

    João Pedro Coutinho “Poema autoral, escrito para a disciplina “Oficina de Produção de Texto II”, do período 2021.1, tendo como temática a Ode, inspirada no procedimento de José Eduardo Paes. O poema é inspirado na vestimenta que mais uso no meu dia a dia, o terno. No primeiro plano do Gifs está o poema que…

  • no meio da internet

    no meio da internet

    Fátima Dias e Tônia Santos “Nesse trabalho, é feita uma releitura do poema de Carlos Drummond de Andrade, “Meio do Caminho”. Foi procurado pensar nas adversidade da vida imersa na cultura digital através do poema.”

  • a voz ecoa liberdade

    a voz ecoa liberdade

    Alessandra Rodrigues “Minha animação traz uma adaptação da poesia “Vozes-Mulheres” de Conceição Evaristo. Escritora que inspirou meus trabalhos de animação, narrativa hipertextual e peça sonora dessa disciplina. Essa poesia nos passa uma mensagem de luta, luta pela liberdade. Essa liberdade que a mulher, negra, em especial, tenta conquistar seus direito todos os dias, uma luta…

  • livro de areia de Sandra Mira, Sara Sabino e Vania Cristina

    livro de areia de Sandra Mira, Sara Sabino e Vania Cristina

    “Esse trabalho foi desenvolvido a partir de uma leitura do livro de conto “O livro de areia”, de Jorges Luís Borges: a linha consta de um número infinito de pontos; o plano; de um número infinito de linhas: o volume, de uma número infinito de volumes (BORGES, p. 111)”

  • eu vou samplear de Mery Ellen

    eu vou samplear de Mery Ellen

    “Remixar e samplear. A cibercultura recombina tudo, recorta e refaz, desfaz, junta “descombinantes”. Na rede, a “criação” se faz a muitas mãos e cabeças, e a propriedade intelectual ou é “pirateada” ou reconfigurada. O que Clarice Lispector, Picasso, Drumond, Marx, um bulldog e um peixe dourado têm em comum? Nada e tudo. É no mosaico…

  • o meu filme de João Pedro Coutinho

    o meu filme de João Pedro Coutinho

    “O meu vídeo faz uma analogia ao desenvolvimento feroz e devastador das tecnologias no nosso tempo. No início do vídeo aparecem vários bonecos e livros, que representam as várias invenções tecnológicas, e, em seguida, elas vão desaparecendo de forma rápida, para se reconstruir, mudando a sua posição. No segundo momento do vídeo, o boneco R2D2…

  • a playlist da minha vida de Fátima Dias

    a playlist da minha vida de Fátima Dias

    “A literatura se cunhou por muito tempo como uma arte expressa através de livros físicos. Contudo, com a cultura digital, o livro físico tem perdido seu status de principal meio de veiculação literária, dividindo bastante espaço com livros e textos digitais, acessíveis, fáceis e confortavelmente pelo telefone. “