“Remixar e samplear. A cibercultura recombina tudo, recorta e refaz, desfaz, junta “descombinantes”. Na rede, a “criação” se faz a muitas mãos e cabeças, e a propriedade intelectual ou é “pirateada” ou reconfigurada. O que Clarice Lispector, Picasso, Drumond, Marx, um bulldog e um peixe dourado têm em comum? Nada e tudo. É no mosaico de informações, da remixagem da cultura erudita e da cultura pop que eles se encontram e formam um quadro possível dentro dos infinitos quadros que a cibercultura produz.”

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